No ano passado a moda era engravidar, este ano a moda é morrer. Sei que isto parece um pouco mórbido e estúpido de se dizer, mas só este mês morreram sei lá quantas pessoas, já para não falar ao longo deste ano!
O ano começou com Carlos Castro assassinado. Seguiu-se da Elizabeth Taylor. O meu gato, e este é o mais importante deles todos! O Angélico. E, agora, só em Julho: um membro dos X-Japan que se suícidou; a Amy Winehouse; o vocalista dos Kagrra; um músico japonês com uma hemorragia cerebral; uma actriz, também, japonesa; Betty Ford, antiga primeira-dama.
E, claro, a não esquecer o Osama Bin Laden...supostamente.
A lista continua com pessoas que, raramente ou nunca, ouvimos: Anne Francis, actriz; Pete Postlethwaite, protagonizou nos filmes James, and the Giant Peach, Romeo and Juliet, Brassed Off, e foi nomeado para um Oscar pelo filme In the Name of the Father; Jack LaLanne, o primeiro a iniciar a ideia de fitness televisivo e do estilo de vida saudável; Jane Russel, que ao lado de Marilyn Monroe imortalizou o filme Gentleman Prefer Blondes; Mike Starr da banda Alice in Chains; o rapper Nate Dogg; Michael Gough, ou mais conhecido pelo mordomo do Batman. Pronto acabarei por aqui que a lista nunca mais acaba!
Eu sei que é a única certeza da vida, mas o ano 2011 está a ser mortal..... No entanto, estas figuras serão para sempre imortalizadas quer seja em filme ou música, enquanto eu quando morrer serei esquecida. Por isso, são imortais!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Influencias
Se o Homem se deixa influenciar por outrem é porque não pensa por si próprio, porque quando te deixas influenciar estás a recusar quem és e a tornar-te no outro.
É verdade que durante todo o nosso percurso de vida, há pessoas que nos iluminam com todas as suas palavras ou acções sábias. Com elas aprendemos a crescer interiormente e descobri-mo-nos cada vez mais. Mas serão influencias? Por um lado sim, pois influenciam-nos a ser melhor ou pior, porém todos nós temos a capacidade de decidir o que é bom e mau para nós.
Ao longo da minha vida, tive experiências múltiplas! Amigos que se deixaram, infuenciar, amigos que me influenciaram e amigos que esqueci. Mas sempre tive em muita consideração palavras que a minha me disse já eu era mais "velhinha":
- Escolhe bem os teus amigos.
E digo-o com orgulho, escolhi muito bem os meus amigos e espero que me influenciem muito, muito mais.
Não sou uma pessoa de modas ou que se deixe levar facilmente, penso por mim e orgulho-me da pessoa que me tornei. Livre e independente de outros! Se gostas de mim, agradeço, se me detestas não sabes o que perdes, porque sou fantástica! E porque sou fantástica? Porque cresci rodeada de pessoas que me tornaram em alguém melhor. E foram as suas influencias que me definiram a ser quem eu sou hoje.
Por isso, todos precisamos de certas influencias desde que sejam boas para nós, pois são as influencias que nos tornam quem somos e com o nosso desenvolvimento escolhemos o nosso próprio caminho sem depender de alguém.
É verdade que durante todo o nosso percurso de vida, há pessoas que nos iluminam com todas as suas palavras ou acções sábias. Com elas aprendemos a crescer interiormente e descobri-mo-nos cada vez mais. Mas serão influencias? Por um lado sim, pois influenciam-nos a ser melhor ou pior, porém todos nós temos a capacidade de decidir o que é bom e mau para nós.
Ao longo da minha vida, tive experiências múltiplas! Amigos que se deixaram, infuenciar, amigos que me influenciaram e amigos que esqueci. Mas sempre tive em muita consideração palavras que a minha me disse já eu era mais "velhinha":
- Escolhe bem os teus amigos.
E digo-o com orgulho, escolhi muito bem os meus amigos e espero que me influenciem muito, muito mais.
Não sou uma pessoa de modas ou que se deixe levar facilmente, penso por mim e orgulho-me da pessoa que me tornei. Livre e independente de outros! Se gostas de mim, agradeço, se me detestas não sabes o que perdes, porque sou fantástica! E porque sou fantástica? Porque cresci rodeada de pessoas que me tornaram em alguém melhor. E foram as suas influencias que me definiram a ser quem eu sou hoje.
Por isso, todos precisamos de certas influencias desde que sejam boas para nós, pois são as influencias que nos tornam quem somos e com o nosso desenvolvimento escolhemos o nosso próprio caminho sem depender de alguém.
sábado, 23 de julho de 2011
Doce Pecado
As sensações curam a alma e a alma cura as sensações.
Esta frase esclareceu-me por completo, todas as dúvidas que tinha, todas as inseguranças que a mim se prendiam e todos os receios que perpetuavam no meu ser, desapareceram. Sinto-me um pouco mais livre, mais leve, mais calma. Pela primeira vez, sinto que posso fazer algo sem questionar a sua moralidade ou recear um castigo. Porque afinal o prazer de ser humano, encontra-se no erro.
Jamais recusarei algo sem experimentar, seja em prazeres terrenos ou espirituais. Quem disse que Deus castiga, não fala no mesmo Deus que eu. Já que o meu Deus me criou como humano para que eu sinta felicidade e complete o meu espírito. Só o conseguirei fazer se agarrar todas as oportunidades que o destino traz:
- Observar o belo;
- Escutar harmoniosas melodias;
- Acariciar suaves texturas;
- Sentir aromas frutados;
- Provar do mais doce.
Mas mais que tudo, recuso-me a ser levada pelo medo. Por uma vez na vida, deixar-me-ei levar pelo maior pecado de todos - a paixão. Pois assim quando perder todo o esplendor da juventude, já não olharei para trás perguntando:
E, se...
Esta frase esclareceu-me por completo, todas as dúvidas que tinha, todas as inseguranças que a mim se prendiam e todos os receios que perpetuavam no meu ser, desapareceram. Sinto-me um pouco mais livre, mais leve, mais calma. Pela primeira vez, sinto que posso fazer algo sem questionar a sua moralidade ou recear um castigo. Porque afinal o prazer de ser humano, encontra-se no erro.
Jamais recusarei algo sem experimentar, seja em prazeres terrenos ou espirituais. Quem disse que Deus castiga, não fala no mesmo Deus que eu. Já que o meu Deus me criou como humano para que eu sinta felicidade e complete o meu espírito. Só o conseguirei fazer se agarrar todas as oportunidades que o destino traz:
- Observar o belo;
- Escutar harmoniosas melodias;
- Acariciar suaves texturas;
- Sentir aromas frutados;
- Provar do mais doce.
Mas mais que tudo, recuso-me a ser levada pelo medo. Por uma vez na vida, deixar-me-ei levar pelo maior pecado de todos - a paixão. Pois assim quando perder todo o esplendor da juventude, já não olharei para trás perguntando:
E, se...
terça-feira, 19 de julho de 2011
Sou Gyaru, algum problma?
Estou irada!
Ontem fui com o Mid e a Di ver o Harry Potter...eh...é tudo o que tenho a dizer sobre o filme. Não gosto do Harry Potter...anyway... . Eu sei, que me visto de uma maneira diferente das outras pessoas! Visto o que gosto e não me importo se outros olham, riem ou whatever. Normalmente, à sempre uma cabeça a virar quando se passa por aquela pessoa, que nos olha de cima a abaixo. Quando houve a moda dos ténis à pugilista, fui das primeiras a aderir. Aliás, acho que fui a primeira da escola, porque toda a gente olhava para mim e cochichava pelos amigos. Houve, até, uma colega que me disse:
"-Esses ténis são mesmo feios!"
Meses depois toda a gente tinha um par desses ténis, incluindo essa colega. Qual é o problema? Qual é o mal de se eu gosto de lolitas e gyarus (outro estilo japonês que atinge o auge da feminilidade), porque não posso vestir-me como tal? Eu sei qual é o problema! Miudinhas que pensam que já são mulheres e que acham por graça apontar para alguém e rir sem descaramento, o pior foi terem tirado fotos. Só gostava de saber o que vão fazer com elas...vão logo para tribunal!
É por isso que o mundo não avança! Preconceito, racismo, chauvinismo, xenofobia... Se toda a gente se respeitasse, estaríamos muito melhor!
Esta é uma gyaru mature, o género que eu queria atingir (também gosto da Hime, mas é demasiado romântico e fofo para mim!), mas vendo como me visto e como as gyaru se vestem, ainda vai muita diferença! E acho que ontem até estava bem normal. A única coisa que levava de diferente era a minha bandolete com uma pequena tiara.
Mas já não importa. Como costumo dizer:
"Nasceste um original, não morras uma cópia", enquanto tentarem rebaixar-me, eu levantar-me-ei. arranjarei o cabelo, porei maquilhagem bonita assim como roupa fofinha e sairei de casa de cabeça erguida!
Ontem fui com o Mid e a Di ver o Harry Potter...eh...é tudo o que tenho a dizer sobre o filme. Não gosto do Harry Potter...anyway... . Eu sei, que me visto de uma maneira diferente das outras pessoas! Visto o que gosto e não me importo se outros olham, riem ou whatever. Normalmente, à sempre uma cabeça a virar quando se passa por aquela pessoa, que nos olha de cima a abaixo. Quando houve a moda dos ténis à pugilista, fui das primeiras a aderir. Aliás, acho que fui a primeira da escola, porque toda a gente olhava para mim e cochichava pelos amigos. Houve, até, uma colega que me disse:
"-Esses ténis são mesmo feios!"
Meses depois toda a gente tinha um par desses ténis, incluindo essa colega. Qual é o problema? Qual é o mal de se eu gosto de lolitas e gyarus (outro estilo japonês que atinge o auge da feminilidade), porque não posso vestir-me como tal? Eu sei qual é o problema! Miudinhas que pensam que já são mulheres e que acham por graça apontar para alguém e rir sem descaramento, o pior foi terem tirado fotos. Só gostava de saber o que vão fazer com elas...vão logo para tribunal!
É por isso que o mundo não avança! Preconceito, racismo, chauvinismo, xenofobia... Se toda a gente se respeitasse, estaríamos muito melhor!
Esta é uma gyaru mature, o género que eu queria atingir (também gosto da Hime, mas é demasiado romântico e fofo para mim!), mas vendo como me visto e como as gyaru se vestem, ainda vai muita diferença! E acho que ontem até estava bem normal. A única coisa que levava de diferente era a minha bandolete com uma pequena tiara.
Mas já não importa. Como costumo dizer:
"Nasceste um original, não morras uma cópia", enquanto tentarem rebaixar-me, eu levantar-me-ei. arranjarei o cabelo, porei maquilhagem bonita assim como roupa fofinha e sairei de casa de cabeça erguida!
domingo, 17 de julho de 2011
E como é o teu?
Cada vez mais penso que não sou normal! Não devo ser uma rapariga como as outras! Sim, interesso-me por roupa, maquilhagem e outras mariquices dessas. Mas, também, gosto de saber como funciona o motor de um carro e como se faz uma parede.
No entanto, não é por isso que estou aqui a partilhar a minha mágoa, a minha razão é outra...muito, muito grave! O que acham vocês de romantismo? Gostavam que o vosso namorado/marido fosse, extremamente romântico convosco? Que todos os dias vos dissessem: "És linda!"; "Só quero estar nos teus braços!"; "Já não vejo a minha vida sem ti!"; "És perfeita como és!"; etc...todas essas mariquices, vocês gostavam?
Cada vez que falo com uma mulher, ela diz que sim. Que eu sou uma rapariga cheia de sorte por ter um tipo romântico e não aprecio. Chegam até a dizer:
- Quem me dera!
Gostava de vos ver com alguém que vos diz estas coisas todos os dias. Vocês iriam cansar-se de certeza!
Preferia alguém que não me dissesse nada destas coisas, porque depois um dia quando me dissesse eu ficaria surpresa e feliz! Agora...não há surpresa e a felicidade está a transformar-se em descontentamento.
O que tenho a dizer é:
"Já não se fazem homens como antigamente! Machos e brutos! GRRRRRRRRRR...."
No entanto, não é por isso que estou aqui a partilhar a minha mágoa, a minha razão é outra...muito, muito grave! O que acham vocês de romantismo? Gostavam que o vosso namorado/marido fosse, extremamente romântico convosco? Que todos os dias vos dissessem: "És linda!"; "Só quero estar nos teus braços!"; "Já não vejo a minha vida sem ti!"; "És perfeita como és!"; etc...todas essas mariquices, vocês gostavam?
Cada vez que falo com uma mulher, ela diz que sim. Que eu sou uma rapariga cheia de sorte por ter um tipo romântico e não aprecio. Chegam até a dizer:
- Quem me dera!
Gostava de vos ver com alguém que vos diz estas coisas todos os dias. Vocês iriam cansar-se de certeza!
Preferia alguém que não me dissesse nada destas coisas, porque depois um dia quando me dissesse eu ficaria surpresa e feliz! Agora...não há surpresa e a felicidade está a transformar-se em descontentamento.
O que tenho a dizer é:
"Já não se fazem homens como antigamente! Machos e brutos! GRRRRRRRRRR...."
terça-feira, 12 de julho de 2011
E, eu fui...
Este Sábado fui ao AniPop Matsuri e...adorei! Apesar das pequenas dimensões do espaço e da pouca oferta de produtos relacionados com animes (apesar de poucos eram carissímos!), a simpatia e disponibilidade das pessoas foi óptima.
Quem me conhece sabe que adoro cultura japonesa e desenhos animados, sejam anime ou mesmo da Disney. Mas eu apenas gosto. Fiquei fascinada por descobrir que haviam pessoas que viviam os seus animes preferidos, sofrendo desgostos ou ficando extasiados por algo acontecer. Encontramos uns quantos cosplayers e tiramos fotos com os que achávamos melhores e não tiramos com mais porque Às tantas haviam desaparecido. Um rapaz vestido de Kurosaki Ichigo do Bleach, efectuou um relatório completo do que se havia passado no anime (já que cometi o terrível erro de lhe dizer que já não via há mais de um ano) e ainda tivemos contacto com uma banda que eu adorei! Se tiverem a oportunidade vão ao Facebook e escrevam Karuniiru, eles têm lá o seu EP para gratuitamente efectuarem um download e poderão ainda ouvir o seu novo Álbum - Junkie Lollita.
Adorei o ambiente e as pessoas, apesar de não haver muito para ver o contacto com pessoas que partilham os mesmos gostos que eu foi das melhores coisas que me aconteceu. Mas, seja em que circunstância for é sempre bom sabermos que existe alguém como nós e que pelo menos durante algumas horas podemos ser algo que não somos...aliás podemos ser tudo o que quisermos!
Quem me conhece sabe que adoro cultura japonesa e desenhos animados, sejam anime ou mesmo da Disney. Mas eu apenas gosto. Fiquei fascinada por descobrir que haviam pessoas que viviam os seus animes preferidos, sofrendo desgostos ou ficando extasiados por algo acontecer. Encontramos uns quantos cosplayers e tiramos fotos com os que achávamos melhores e não tiramos com mais porque Às tantas haviam desaparecido. Um rapaz vestido de Kurosaki Ichigo do Bleach, efectuou um relatório completo do que se havia passado no anime (já que cometi o terrível erro de lhe dizer que já não via há mais de um ano) e ainda tivemos contacto com uma banda que eu adorei! Se tiverem a oportunidade vão ao Facebook e escrevam Karuniiru, eles têm lá o seu EP para gratuitamente efectuarem um download e poderão ainda ouvir o seu novo Álbum - Junkie Lollita.
Adorei o ambiente e as pessoas, apesar de não haver muito para ver o contacto com pessoas que partilham os mesmos gostos que eu foi das melhores coisas que me aconteceu. Mas, seja em que circunstância for é sempre bom sabermos que existe alguém como nós e que pelo menos durante algumas horas podemos ser algo que não somos...aliás podemos ser tudo o que quisermos!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Perder para a vida
Comecei a ler "O retrato de Dorian Gray" e, sinceramente, não sei o que pensar. Tudo começa com um Lorde e e um pintor a conversarem entre si, e não consigo deixar de pensar que o pintor, possa ser gay. Já que não deixa de dizer que não aguenta um dia sem ver Dorian. Confesso que me baralha as ideias, mas a conversa que floresce entre estas duas personagens faz todo o sentido! Eles não conversam apenas sobre o protagonista, falam de igual modo sobre a sua sociedade, uma sociedade monárquica de século XIX. A minha parte preferida é quando falam sobre a inteligência e sobre a beleza, já que para o Lorde o mais importante era a beleza, pois é a beleza que nos fascina a descobrir e a fazer coisas cada vez mais belas, já a inteligência só destrói. Nisto o pintor chega a uma grande conclusão:
"As pessoas mais felizes do Mundo são as pessoas feias e ignorantes. Enquanto as pessoas belas, vivem a vida atormentadas pelo envelhecimento e como vão perder o que de melhor possuem, as pessoas feias com isso não se preocupam. E, enquanto os sábios sofrem por tanto saberem, por conhecerem tanto mal neste mundo, os ignorantes vivem relaxados pois é pouco o que conhecem."
Não podia concordar mais! Há tantos com medo de envelhecer, porquê? Medo de perder a juventude e o que é considerado belo. E, nós que hoje em dia tanto sabemos, vivemos atormentados, com a possível colisão de um asteróide, com a camada de ozono aumentar o CO2 ou com um assassino em série entrar pela noite em nossa casa e sem piedade cortar-nos aos bocados. Realmente, a ignorância é uma bênção!
E, vocês estão preparados para perder para a vida?
"As pessoas mais felizes do Mundo são as pessoas feias e ignorantes. Enquanto as pessoas belas, vivem a vida atormentadas pelo envelhecimento e como vão perder o que de melhor possuem, as pessoas feias com isso não se preocupam. E, enquanto os sábios sofrem por tanto saberem, por conhecerem tanto mal neste mundo, os ignorantes vivem relaxados pois é pouco o que conhecem."
Não podia concordar mais! Há tantos com medo de envelhecer, porquê? Medo de perder a juventude e o que é considerado belo. E, nós que hoje em dia tanto sabemos, vivemos atormentados, com a possível colisão de um asteróide, com a camada de ozono aumentar o CO2 ou com um assassino em série entrar pela noite em nossa casa e sem piedade cortar-nos aos bocados. Realmente, a ignorância é uma bênção!
E, vocês estão preparados para perder para a vida?
sábado, 2 de julho de 2011
"Quem és tu?"
Ontem comprei um livro que já há algum tempo queria: Alice no País das Maravilhas. Comecei hoje a lê-lo e já estou quase no fim, porque estou a adorar cada aventura que a pequena Alice enfrenta.
Devo dizer que a versão da Disney está um pouco diferente. Não está tão quanto pensava, mas algumas das partes e personagens mais engraçadas estão omitidas. Também, no conto da Disney, Alice apesar de ser uma criança "travessa" não mostra tanto o seu lado mais confuso. Pelo menos, não tanto quanto no livro.
Porém, vim aqui falar sobre este livro porque deixou-me a pensar em algo. No capítulo em que Alice está a cair sem fim pela toca do coelho, ela começa a conversar com ela própria e chega à conclusão que ela não é ela, mas sim outra pessoa. Mas quem? Perguntava-se ela. Ela dizia que não era ela, porque nada, nunca acontecia na sua vida. E, durante o resto do livro, ela tenta descobrir quem é. Quando a Lagarta, lhe pergunta; "Quem és?", ela responde que ainda não sabe responder a essa pergunta, porque está sempre a mudar.
Ora, isto fez-me pensar em quem sou eu! Estamos constantemente a mudar, seja fisicamente, intelectualmente, os nossos gostos, seja o que for. Então se mudamos tanto,a final quem somos nós? Será que sou a mesma, se num dia gostar de azul e no outro gostar de amarelo? Será que sou a mesma se num dia acreditar em algo e noutro deixar de acreditar?
Afinal quem somos nós e o que nos distingue de outro?
Devo dizer que a versão da Disney está um pouco diferente. Não está tão quanto pensava, mas algumas das partes e personagens mais engraçadas estão omitidas. Também, no conto da Disney, Alice apesar de ser uma criança "travessa" não mostra tanto o seu lado mais confuso. Pelo menos, não tanto quanto no livro.
Porém, vim aqui falar sobre este livro porque deixou-me a pensar em algo. No capítulo em que Alice está a cair sem fim pela toca do coelho, ela começa a conversar com ela própria e chega à conclusão que ela não é ela, mas sim outra pessoa. Mas quem? Perguntava-se ela. Ela dizia que não era ela, porque nada, nunca acontecia na sua vida. E, durante o resto do livro, ela tenta descobrir quem é. Quando a Lagarta, lhe pergunta; "Quem és?", ela responde que ainda não sabe responder a essa pergunta, porque está sempre a mudar.
Ora, isto fez-me pensar em quem sou eu! Estamos constantemente a mudar, seja fisicamente, intelectualmente, os nossos gostos, seja o que for. Então se mudamos tanto,a final quem somos nós? Será que sou a mesma, se num dia gostar de azul e no outro gostar de amarelo? Será que sou a mesma se num dia acreditar em algo e noutro deixar de acreditar?
Afinal quem somos nós e o que nos distingue de outro?
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